🏢 Mercado de escritórios de SP mantém tração no 3º tri

O Secovi-SP, com a CBRE, apurou 869 mil m² de absorção bruta em 12 meses, alta de 4,8% e 12 trimestres seguidos de absorção líquida positiva. Finanças, saúde e comércio lideram as novas locações.

Preços Classe A/A+ ficaram estáveis, com queda de 1,4 p.p. na vacância de Triple A na Marginal Pinheiros e nível <10% nos Jardins, apesar de alta local. O estudo cobre 8,7 milhões m² de área locável na capital.



Fonte:
Secovi-SP divulga dados do Mercado de Escritórios no 3º trimestre
por Comunicação | 29 out , 2025 |





São Paulo manteve um desempenho positivo nos primeiros nove meses de 2025. A
absorção bruta, embora tenha apresentado uma moderação no terceiro trimestre,
superou o volume acumulado no mesmo período de 2024, demonstrando a contínua
demanda por espaços corporativos. Ainda que com crescimento menos expressivo, a
absorção líquida permaneceu positiva, marcando 12 trimestres consecutivos de
expansão. Os dados são da Pesquisa e Análise do Mercado de Locação de
Escritórios, realizada pelo Secovi-SP em parceria com a CBRE.
Com um volume expressivo de novas locações, alcançando 869 mil m² em absorção
bruta em 12 meses. Esse resultado indica uma alta moderada de 4,8% em comparação
com o período anterior. Impulsionaram o desempenho, como principais tomadores de
escritórios, os setores financeiro, de saúde e comércio.


Preço médio
O preço médio pedido de locação para escritórios Classe A/A+ em São Paulo ficou
estável. Esse resultado foi influenciado pela estabilidade na oferta de espaços Triple A na
cidade, apesar de variações significativas nas regiões dos Jardins e da Marginal Pinheiros.
No comparativo trimestral, a região da Marginal Pinheiros registrou recuo de 1,4 pontos
percentuais na taxa de vacância em edifícios Triple A. Na região dos Jardins, apesar do
aumento de 2,9 pontos percentuais, a taxa de vacância para edifícios Triple A ficou abaixo
de 10%.

Mercado analisado
A Pesquisa e Análise do Mercado de Locação de Escritórios, divulgada trimestralmente,
abrange 8,7 milhões de metros quadrados de área locável na capital paulista. Os
escritórios, classificados como alto padrão, passam por uma avaliação de
aproximadamente 100 itens, sendo os principais estrutura para ar-condicionado central,
altura do pé-direito e presença de forro elevado.